Inspeção Predial
Laudo de três partes redigido do zero a cada edificação.
Somos uma consultoria que entra no processo longo e travado, mede onde o tempo vai embora e devolve ele automatizado. Dez processos já saíram do papel, da planilha e do grupo de WhatsApp, e hoje rodam sozinhos.
Cada card traz o processo como era e o que passou a acontecer depois. As telas são captura direta do sistema rodando.
Laudo de três partes redigido do zero a cada edificação.
Diário de obra em papel, relatório montado no fim do dia, no escritório.
Relatório e planilha montados separados, divergindo entre si.
Vistoria anotada em prancheta e digitada depois.
Leitura anotada em campo, cálculo feito dias depois.
Cada pedido de preço virava ligação e visita.
Proposta reescrita no Word a cada obra, aprovação por e-mail.
Pedido no caderno, nota digitada de novo no emissor externo.
Manual normativo montado do zero, item a item.
O diagnóstico pode ser contratado sozinho. Se ele não apontar perda que justifique automação, a gente diz e para por aí.
Acompanhamos quem executa e medimos onde o tempo vai embora: quantas vezes o dado é redigitado, onde a espera acontece e qual regra só existe na memória de alguém.
A automação é desenhada para o fluxo que existe, não para o processo médio do mercado. Protótipo navegável primeiro, produção depois.
As regras que moravam na cabeça passam a morar no sistema. O registro entra uma vez e sai pronto em mais de um formato, sem etapa manual no meio.
A base de regras cresce a cada entrega e a próxima custa menos. Ajuste rodando, sem janela de deploy nem equipe de plantão.
O mapa abaixo é o formato da entrega do diagnóstico. O exemplo é de engenharia, mas o desenho é o mesmo para comercial, fiscal ou laboratório.
Obra, laboratório e comercial. Troque a aba: muda o vocabulário, não muda o método.
Escala aqui não é servidor maior. É o mesmo time entregando mais, porque a regra que ele aplicou ontem já está dentro do sistema.
Toda regra descrita uma vez fica disponível para a entrega seguinte, já com consequência e texto escritos. Ninguém resolve o mesmo caso duas vezes.
Documento do cliente, planilha de acompanhamento, painel e base de regras saem do mesmo registro. Divergência entre documentos deixa de existir.
O mesmo mapeamento já virou sistema em laboratório, obra, comercial, fiscal, distribuição e agro. O que se repete é o formato do problema.
Sem build e sem caminho fixo, o mesmo pacote sobe em qualquer subpasta de cPanel. Cliente novo não exige servidor novo nem equipe de plantão.
1 − 1/(1 + 0,45·(n−1)) e esforço 1 − 0,75·cobertura, porque item reaproveitado ainda exige conferência.
Ajuste os dois controles para ver como a curva responde ao seu processo.
Nenhum dos sistemas aqui saiu de um template. Todos começaram na planilha, na ficha ou no caderno que o cliente já preenchia.
Cada linha acima é um sistema em uso, não um mercado-alvo. O que se repete entre eles não é o setor: é o formato do problema.
Laudo, comercial, laboratório e fiscal. Captura direta dos sistemas em execução, não montagem de tela.
118 anomalias levantadas, 102 já na biblioteca. O que a biblioteca guarda não é texto solto: é a anomalia com grau de risco, prazo e recomendação, pronta para entrar no próximo laudo de outra edificação.
O escopo vira bloco reaproveitável e a proposta deixa de ser reescrita a cada obra. O valor por cliente e por período aparece somado, sem ninguém montar planilha paralela para saber quanto está na rua.
A leitura do dinamômetro entra crua e sai como resultado normativo: Rt por corpo de prova, média, desvio e enquadramento. O laboratório sabe se o revestimento passou antes de sair da obra.
O pedido enriquece até virar obrigação fiscal cumprida: NF-e autorizada na SEFAZ, título a receber, baixa de estoque e entrega na rota. E os agentes leem esses mesmos números para sugerir a próxima ação, sempre esperando aprovação de gente.
O diagnóstico responde isso em poucos dias e pode ser contratado sozinho. Se o mapa não apontar perda que justifique automação, a gente diz e para por aí.